Sem reformas, o desemprego não poderá continuar baixo

Autores

  • Lucas Navarro Facultad de Economía y Negocios , Alberto Hurtado University image/svg+xml
    • Mauricio Tejada Facultad de Economía y Negocios , Alberto Hurtado University image/svg+xml

      DOI:

      https://doi.org/10.11565/oe.vi76.217

      Palavras-chave:

      Mercado de trabalho, Desemprego, Crise asiática

      Resumo

      De acordo com o último Employment Outlook da OCDE, publicado em julho, o Chile é um dos poucos países do grupo que conseguiu reduzir o desemprego desde o início da crise financeira internacional de 2008. De fato, segundo a OCDE, a taxa de desemprego passou de 8%, em média, nos três anos anteriores à crise de 2008 para 10% em 2009 e, depois da recuperação, alcançou valores próximos de 6,5% a partir do fim de 2012. Situação semelhante é estimada para 2014, o que posiciona o Chile como um dos países líderes em capacidade de recuperação após a última débâcle econômica. O relatório formula, além disso, três afirmações: (a) essas taxas de desemprego estariam abaixo da taxa de desemprego de equilíbrio de longo prazo (em torno de 8%), (b) a legislação trabalhista chilena é rígida em relação à média dos países do grupo e (c) não houve reformas no mercado de trabalho nos últimos anos. Continuar lendo...

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      Publicado

      2013-10-01

      Edição

      Seção

      Artigos

      Como Citar

      Sem reformas, o desemprego não poderá continuar baixo. (2013). Observatorio Económico, 76, 2-3. https://doi.org/10.11565/oe.vi76.217

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