Cenouras podem ser chicotes
DOI:
https://doi.org/10.11565/oe.vi55.285Palavras-chave:
Desempenho no trabalho, RecompensasResumo
Se escolhêssemos um mantra para a profissão de economista, incentivos deveria estar entre os mais óbvios. Se os recursos são escassos, então têm uso alternativo e um custo de oportunidade que precisa ser compensado. Assim, por exemplo, se as pessoas são racionais –dizem-nos–, quanto maior a remuneração, melhor o desempenho; e vice-versa: se quero grandes resultados, preciso oferecer grandes incentivos materiais. Será mesmo assim? Continuar lendo...
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